Procuradoria Especial da Mulher promove Roda de Conversa e reforça a importância da prevenção à violência contra a mulher

Procuradoria Especial da Mulher promove Roda de Conversa e reforça a importância da prevenção à violência contra a mulher
    A Câmara Municipal de Campos Novos, por meio da Procuradoria Especial da Mulher, realizou na tarde desta quarta-feira (26) uma importante Roda de Conversa do Agosto Lilás, reunindo representantes de diferentes setores da rede de proteção para falar sobre violência contra a mulher.
    O encontro promoveu um diálogo aberto sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha, seus avanços e os desafios que ainda precisam ser enfrentados para garantir mais proteção, segurança e dignidade às mulheres.
     Contribuíram com informação, experiência e reflexão Juliana Goulart Ferreira, Titular da 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Campos Novos; Fernanda Gehlen da Silva, Delegada titular da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso -DPCAMI; Bárbara Redante, Psicóloga da DPCAMI; Katia Kunen- 1º Sargento PM da Terceira Companhia da Polícia Militar; Doraci Rucks, Advogada e Assessora Jurídica da Câmara; Carla Cristina Barbosa Antunes Lemos, Secretária Municipal de Saúde; e Letícia Kato, Coordenadora do CREAS.
     Entre os principais pontos discutidos, esteve a necessidade de ampliar as ações de prevenção e informação sobre a violência contra a mulher, começando ainda na escola e dentro das famílias, para que crianças e adolescentes aprendam desde cedo sobre respeito, igualdade e relacionamentos saudáveis. Também foram destacadas a importância de penas mais rigorosas para os crimes de violência contra a mulher e a necessidade de ampliar as políticas públicas de apoio, acolhimento e autonomia para mulheres que vivem ou viveram situações de violência.
    A Procuradoria Especial da Mulher tem papel fundamental nesse processo, ao promover espaços de escuta, informação, conscientização e articulação com a rede de proteção.
    A roda reforçou uma mensagem essencial: a violência não começa no feminicídio. Existem sinais que precisam ser reconhecidos, acolhidos e enfrentados antes que seja tarde.
Postado em 2 de setembro de 2026 Off